14 de novembro de 2011

The cherry on my cake

Pessoal, Luísa Sobral no Arena Lounge - Casino Lisboa, hoje ás 22:30h.
Pop Jazz de qualidade e com assinatura tuga.
Se puderem não percam



Aqui fica um teaser do que se passará logo ;)

13 de novembro de 2011

Catíces

"o antónimo de bué é..fixe..."
Pronto, esta minha Cátia acéfala é qualquer coisa...um géniozinho que junta água no "recipciente"...
Vou mas é pintar as unhas que isto assim fica difícil.

10 de novembro de 2011

Dores de alma

Parece que anda aí uma maré negra. Uma enchente de más vibrações que anda a afectar boa parte dos seres que eu conheço. As razões são várias e todas elas com o devido peso.
Os males de amor, aquela dor miudinha que esmaga os coração e que faz de nós a migalha mais pequena neste mundo. Um ser autómato que a única força que o mantém vivo é a esperança que a tal pessoa volte e com ela traga toda a vivência, carinho e amor uma vez a nós dedicados. É engraçado como a paixão tanto nos faz perder a razão como ainda nos impele a projectar a nossa vida em função de alguém, em prol do estado de graça que se vive e dos planos que repentinamente passam a ser feitos a dois. Mas também, tudo vale quando a felicidade ao lado de alguém é a garantia que precisamos para que o dia amanheça sempre com um sorriso espelhado. Porém, é preciso perceber que "quando se vão os anéis, ficam os dedos" o que em sabedoria popular quer dizer que o importante de tudo ainda se mantém...Nós! É preciso olhar-mo-nos ao espelho e voltar a ver quem somos (sábios conselhos de Tareca), é preciso acreditar que a pessoa que está à nossa frente é, apesar dos pesares alguém mais forte e com mais bagagem do que aquela que levava quando a história começou. Não me canso de dizer que no fim, há sempre uma lição aprendida, há sempre algo de bom que é deixado em nós mesmo quando a dor teima em mascarar tudo isso. Por isso fica aqui a nota para todos aqueles que se sentem pequenos porque lhes falta alguém, olhem-se ao espelho e vejam tudo aquilo com que ficaram.

Onde é que isto vai parar

Diz Bruxelas que "dívida pública portuguesa chega a 101,6% do PIB este ano e aumenta dez pontos em 2012". E o que é que isto quer dizer para os leigos aqui do povo? Basicamente que tudo o que geramos de receitas publicas internas é o dinheiro que estamos a dever...traduzindo em miúdos, se já estava mau, há-de ficar ainda pior...

9 de novembro de 2011

Mimos que aquecem o coração

Recebi o teu bilhetinho ontem na minha caixa de correio. Como é que não te esqueces-te que adoro estas coisas?! Fizeste-me feliz, tão feliz pois o teu gesto aguça a minha ideia de que as coisas e as pessoas mais importantes não precisam de pertencer a uma rede social para que a elas chegue a lembrança da sua existência.

Obrigada ;)
Aquele uiiiii máximo em ti

8 de novembro de 2011

Amor Electro(nico)

E ontem foi assim...
Arena do Casino um bocado à pinha (claro, porque tuga que é tuga adere em massa a eventos à pala...ora nem mais) para ouvir a banda sensação deste último ano. No palco, a pequena e franzina Marisa transforma-se num verdadeira "stage beast". Canta, dança, axincalha ao som das guitarradas e teclas que em parceria com a bateria e o baixo (mais algum sampler à mistura, como manda o figurino) desenham o cenário electrónico que os caracteriza. De temas originais a covers de músicas muito portuguesas (sim...versão genial do Barco Negro de "dona doutora Amália Rogrigues") tudo foi cantado com verdadeira mestria e ritmo. 
Adorei, há meses que andava a ver se os via e a espera, deixem-me dizer-vos, foi muito bem recompensada. É de louvar o que se tem feito na cena musical aqui por terras de Luso. Venham mais bandas assim e mais noites de musica portuguesa com imensa qualidade. 

6 de novembro de 2011

Mói mas não mata

Há alturas na vida em que de repente tudo parece andar ao contrário. A estabilidade que se tinha como adquirida passa a estar por um fio e por mais voltas que se dêem a solução para a moínha interna cisma em não aparecer. E lá estamos nós, a sofrer, a lutar contra demónios interiores, contra histórias de um passado, por vezes não tão distante, e a reviver momentos que gostaríamos que voltassem ou que tivessem corrido de outra forma. Dói. só sabemos que dói, só sentimos que dói e tudo o que nos possam dizer não altera em nada a angústia que sentimos. Por isso choramos...desesperamos, voltamos a ser pequeninos e muitas das vezes desejamos ou mesmo pedimos o colo dos nossos pais na tentativa que o "beijinho milagroso nos possa fazer passar o dói-dói". E depois, vem a resignação, a sensação de que nada mais se pode fazer, porque não se chora sobre o leite derramado e não se tranca a porta depois de arrombada. Então entra a coragem, a capacidade de dar a volta por cima, de erguer a cabeça e seguir em frente. Pontos nos is, traços nos ts e siga a marinha. A vida é curta e embora tenha de haver espaço para o desespero e para o luto, não se pode fazer disso vida. É imperativo aceitar o que nos calha e tirar daí uma lição. É urgente sorrir para a vida e dar espaço ás coisas boas e quem sabe ao recomeço. Somos um animal de hábitos e capacidade adaptativa, por isso não há que ter medo do que o futuro nos reserva, porque (e esta é a minha mais sincera opinião) é quase sempre algo melhor do que tínhamos antes de se abater o caos.