22 de julho de 2026

"Aqui estou Manel Acácio"

Pois atão, oras que "desperate times needs desperate measures" e eu qual desesperada que estou, voltei ao bitchin palce favorito!

Ca puto de karma este meu, que me calham sempre na rifa "chefes" com mais manias do que as minhas e ainda não contentes, vêm repletos de purpurinas de picuinhices e coisas que tais! Este, é uma versão menos "amiguinhos no sótão" do que o outro, mas, igualmente desafiante. Tão desafiante que a sua fama de "particular" lhe percede. 

Minha nossa senhora dos horrores do trabalho, como é que é possível alguém ter tanta mania nas mais pequenas coisas que até o mais pequeno dos pentelhos numa tabela é motivo de reunião. Eu sempre me considerei uma pessoa cuja capacidade de passar informação, em qualquer formato, era boa...até encontrar o Final Boss deste "Super Mário" edição trabalho! Espero é que ao contrário do jogo original, do qual nunca fui capaz de passar do primeiro nível (eu sei, mas... não primo pela capacidade de coordenar mãos e olhosao mesmo tempo...porcessem-me) seja só capaz de sobreviver mensalmente. 

May the (whaterver fucking) force be with me

(claramente que a música que acompanha este regresso não poderia ser outra - RAM - killing in the name of :D )

18 de setembro de 2015

Bom dia fim de semaninha


E havemos de viver apoiadas nas asas uma da outra, para que o nosso voo seja sempre gracioso. Obrigada 

(hoje sem música...escolham a vossa banda sonora para um fim de semana melódico)

7 de setembro de 2015

Coração cheio

Há dias em que a felicidade não lhe cabe no peito. Há dias em que nas mais pequenas coisas ela se apercebe que é feliz; que o pouco de cada acção chega-lhe como uma imensidão de sentimentos bons que lhe renovam o espírito e a crença que algo maior e melhor está sempre à espreita. Há dias em que o sol brilha um pouco mais forte e a luz lhe ilumina a alma. Há dias em que o coração se enche e lhe acalma.




1 de junho de 2015

Gente de gentes

E de repente sorrimos, num jeito menino de quem recebe um elogio inesperado. De repente apercebemos-nos que há mais gente que gosta de nós independentemente daquilo que somos ou mostramos. Gente que nem sempre se pronuncia mas que nos segue em silêncio, que nos vê caminhar, tropeçar e por vezes até cair. Gente que se ergue da penumbra e que nos dá a mão, nos levanta e ajuda a limpar as feridas. Gente que depois do dever cumprido volta para o seu canto seguindo a sua vida, mas levando-nos sempre no pensamento, mesmo que não o diga. Essa gente foi aquela que aqui e ali conhecemos e colocámos num patamar onde colocamos aqueles de quem mais gostamos, aqueles por quem também nós saímos da penumbra para dar a mão, abraçar e deixar uma boa recordação. 
É por essa gente que cada bocado de partilha, sob a forma de música, pensamento ou fotografia se justifica mesmo quando somos gente de poucas palavras, actos ou demonstrações. 

Hoje sorri. porque tenho gente assim. Hoje sorri porque sou gente assim

"A tua playlist spotify é a minha companhia na cultura de celulas.. e assim estamos mais pertinho!!! Gosto muito de te ter assim perto.." (Obrigada Di)


28 de maio de 2015

Lição para N.

Depois de anos de repetições de vivências e situações, atitudes e mal interpretações a moral da história deveria ser: quem não quer ser lobo não lhe veste a pele. 
Retratamento exige-se num ato desesperado por vezes só possível a um povo unido que grita em uníssono por mudança após longos períodos de fome e maus tratos. Mas não é fácil mudar e romper com hábitos tão enraizados que se tornaram modus operandi. Não é fácil renegar toda aquela personagem que se criou e que se vendeu a troco de protecção do eu próprio. Numa era em que se punem atitudes e comportamentos desrespeitosos com o mesmo desrespeito também se julgam os que nos julgam com a mesma cegueira e mão pesada. Portanto...quando o peso de tudo se abate sobre nós é chegada a hora da tomada de consciência e responsabilização...é chegada a hora da mudança, da inversão do panorama, da adopção de uma nova conformação. 

10 de abril de 2015

Shallows

Porque não consigo pôr em palavras o turbilhão de emoções que me assolam a alma
Porque não te consegui dizer nada mais do que até amanhã
Porque não sei ser sem ti
Porque és a minha pessoa
Porque somos nós, as nossas horas, os nossos fins de tarde num mundo que é só nosso
"Some things are just us"

"if you leave
when I go
You'll find me
in the shallows"



9 de abril de 2015

Desapego




A vida é feita de escolhas... mesmo que por vezes possamos achar que são imposições de uma qualquer força ou ser perverso que controla o Universo...a vida é feita de escolhas. Desde  pequenos que escolhemos brincar com este ou aquele brinquedo, com este ou aquele amiguinho da escola ou não fazer algo de todo, seja pura e simplesmente porque não temos vontade ou porque não há nada que nos estimule do outro lado. E assim crescemos, com a mesma demanda: fazer aquilo que nos faz sentir melhores (ou não...isto agora depende do masoquismo/opção retorcida/sacrificio de cada um) mesmo que por vezes o estarmos bem connosco signifique culpar um alinhamento qualquer dos astros para justificar o não estar à altura das expectativas dos outros. Aprendemos a deixar coisas, vivências e hábitos pelo caminho, qual projectos inacabados sem, na grande maioria das vezes, aceitarmos qualquer responsabilidade por isso, apenas porque sim, porque escolhemos sair na próxima à direita ou à esquerda e explorar novos horizontes. Aqui ou ali numa dada estação de serviço paramos e repensamos no caminho que já fizemos até ali e no rol de coisas que escolhemos fazer e num relance lembramos-nos daquela pessoa, coisa ou ideia que a dada altura deixamos ficar para trás sem já saber porquê. Apenas foi assim...ficou perdida algures num conjunto de decisões e escolhas que nos pareceram mais pertinentes, mais interessantes mais satisfatórias para o nosso eu. 
Ás vezes custa apercebermos-nos que deixámos ficar para trás coisas que até nos eram bastante valiosas e que faziam muito sentido na altura. Nestas alturas, num rasgo de desespero tentamos encontrar uma rotunda que nos permita rapidamente voltar aquele pedaço de caminho e recuperar a tal mais valia que de repente nos lembrámos. Porém, o mais certo é não encontrar a tal rotunda ou mesmo quando a encontramos e finalmente chegamos ao tal local aquilo que procurávamos já lá não está...ou então já não é como o lembrávamos. E depois é o ruir de uma lembrança, o cair do pano...o ter de aprender a deixar para trás...a viver com a memória e seguir em frente...o desapegar daquilo que escolhemos deixar para trás.

10 de setembro de 2014

O que fica daquilo que fomos

Há uns dias recebi uma notícia que por mais remota que fosse a certeza, ouvi-la a alto e bom som fez soar um gemido de dor aqui por dentro. 


Quando somos jovens, nos nossos vinte e poucos, achamos que temos sempre força e sensatez para tomar todas aquelas decisões relativas ao nosso circulo de amigos e vivências que queremos ou não para nós em determinada altura. Somos governados por um orgulho monstro que muitas vezes surge disfarçado de um outro grupo de amigos que nos suporta as loucuras e nos proporciona a falsa sensação de que aquelas pessoas de quem estamos a abdicar não nos interessará mais à frente. Sentimos-nos os senhores da nossa vontade, porque temos tudo, amigos novos (ou antigos que voltaram à cena), um trabalho bem sucedido e demasiada boa disposição para desperdiçar com discussões parvas e acusações. Esquecemos o quão bem já nos demos com aquela pessoa de quem nos estamos a afastar e do quão nossa ela já foi. E assim seguimos durante alguns anos, a criar experiências e lembranças novas que vão a pouco e pouco deturpando e sobrepondo as histórias e vivências de um tempo antigo. O tempo passa de tal forma que algumas dessas pessoas passam a ser apenas personagens de um conto, o conto do tempo que já lá foi. Até que um dia, do nada, ouvimos que aquela pessoa que outrora fora a nossa pessoa vai dar mais um passo em frente na sua vida. Um daqueles momentos que todos os amigos idealizam e que todos querem fazer parte. E é aqui que soa o alarme...e damos por nós a entrar numa espiral do tempo que nos leva até ás memórias que foram empurradas para o fundo da mente. De repente vemos-nos lá novamente, a rir pelas mesmas coisas, a partilhar o mais e o menos importante do dia, a sermos unha e carne, a sermos a dupla inseparável N&P...E eis que chega a dor. A dor de saber que tudo mudou, que nós mudámos, e que eu não farei parte deste momento que muitas das vezes idealizamos juntas. Dói, dói muito...dói tanto que hoje contesto o meu orgulho e a minha decisão de te manter longe para não me magoar mais. Hoje arrependo-me de não ter lutado mais por nós, de não te ter deixado voltar para a minha vida, apesar de todas as tuas tentativas. Hoje desejava voltar até aquela conversa, abraçar-te enquanto choravas e dizer-te que estaria sempre do teu lado; que tudo aquilo não tinha passado de um momento mau e que voltaríamos a ser o que sempre fomos ou quem sabe ainda melhores. Mas já não vou a tempo, pois já te cansaste de esperar e agora também tu me empurraste para o baú das recordações. 
E é isto que fica daquilo que fomos, arrependimento do orgulho, tristeza de se perder alguém, dor desse alguém ter sido a nossa melhor amiga. 

5 de agosto de 2014

Quem és tu?


 

Talvez há quase um ano, que me vinha a distanciar daqui. Escritas menos regulares espaçadas de semanas, por vezes meses, vinham ditando um previsível período de silêncio absoluto e até algum desapego àquilo que outrora foi a minha rotina. Distanciei-me não só daquele que durante alguns anos fora o meu espaço comum, como das pessoas cuja convivência ditara tantas crónicas da vida privada, tantas músicas que acompanharam peripécias de tais gentes em jeito de banda sonora. Arrisco dizer que durante este período de silêncio distanciei-me até de mim. Perdi o foco dizem uns, tornei-me mais dura dizem outros, perdi o brilho de menina que carregava no olhar e voltei à tão antiga conformação de "eremita emocional" que há muito deixara de ser. Desliguei-me das emoções e quase que me tornei um autómato, fazendo as mesmas coisas todos os dias e por vezes com uma precisão quase atómica. Porém ultimamente um "anónimo" fez-me pensar em quem seria eu neste momento? ou melhor, onde está a pessoa que se deu a conhecer a ele e a outros tantos neste espaço, neste bocado virtual onde reconhecia ser o seu lugar, a sua janela para um mundo que não a conhece, mas que a vai seguindo?...onde fui parar? (isto quase que parece um devaneio de Pessoa...). A ele, que tão bem conheço, respondo que me perdi em mim...mas que desejo voltar e reencontrar aquela por quem se apaixonou.

1 de outubro de 2013

sugestão #4

E porque há muito que esta rúbrica não dava ares de sua graça, eis então que surge de um separador (basicamente intervalo de actualização de cadernos de laboratório) a sugestão da M. A



love love love :)

30 de setembro de 2013

e quando a alma viaja

Tocaram os primeiros acordes e ela é imediatamente transportada para aquele mundo que tão bem conhece. Um universo onde as melodias são a forma de viver, onde novas sonoridades palpitam como cogumelos do chão no início do outono. É indescritível o prazer que a música lhe dá. Desde muito cedo percebeu que o seu ouvido estava virado para aquilo que muito poucos da sua geração ouviam e que a sua alma pertence a uma esfera musical não convencional. Gosta daquilo que não passa com frequência nas rádios, gosta de ir à procura dos sons que elevam a sua alma e lhe dão a paz interior que tanto procura. Gosta de pura e simplesmente sentir-se leve. A cima de tudo, gosta de ser diferente, de ouvir diferente e poder mostrar aquilo que ouve a muita gente, na esperança que tal como ela oiçam aquilo que sente.  

4 de agosto de 2013

Quando a cabeça não se liberta...

Preciso que ela pare que está a dar comigo em doida. Contesta tudo, anula tudo, quer impor a sua supremacia da racionalidade e constantemente me pergunta o que ando a fazer e o que quero da minha vida. Ela é que devia saber disso porque é ela quem me controla, mas parece que ela própria não sabe o que quer. Grita, estrebucha e fecha-se em copas sem me explicar porquê...dou voltas e mais voltas à procura da razão em quem a devia ter e nada. Estamos oficialmente em guerra, eu quero respostas e ela só me faz perguntas...

15 de julho de 2013

Das músicas que oiço

 "Where there is desire
There is gonna be a flame
Where there is a flame
Someone's bound to get burned
But just because it burns
Doesn't mean you're gonna die
You've gotta get up and try try try
Gotta get up and try try try
You gotta get up and try try try"



E depois há destas que fazem imenso sentido

14 de julho de 2013

E depois do "felizes para sempre"?

Não tem onde estar, não tem com quem estar, não tem como estar. Perdeu-se num sonho e perdeu o sonho. De repente acordou e percebeu que não há coisas perfeitas, não há sentimentos perfeitos, não há relações perfeitas, não há contos de fadas. Se alguns sapos podem ser príncipes, hoje ela sabe que todos os príncipes são sapos. É  a recíproca que quase sempre se verifica na história da vida dela. Sabe que há sapos que nunca serão príncipes, mas como se volta a reverter um sapo que outrora foi príncipe? Que feitiço ou encantamento se usa para recuperar aquilo que a cada dia se desvanece? De todos os livros que leu enquanto menina sempre terminaram num "e viveram felizes para sempre", mas nenhum deles lhe explicou que depois do príncipe salvar a princesa das garras da bruxa má e do final feliz naquele momento há toda uma vida depois disso. Ninguém escreve livros sobre a vida da Cinderela e do seu príncipe depois de se casarem, ou da Branca de neve ou de outra qualquer outra princesa que teve o "final feliz" no conto. O pós final feliz não é fácil, não é conto de fadas é a dura realidade. Cai o pano, cai o sonho fica o incómodo da manhã o não saber estar, não ter como estar, não ter onde se refugiar. 

13 de julho de 2013

A porta

E de repente a porta começa a fechar-se. Aquela que fora escancarada e servira de entrada para um turbilhão de emoções com sabor a descanso do esforço hercúleo de meses; aquela que permitiu o acesso a um gigante nunca antes defrontado, que ao entrar fez do seu reino dono e senhor, é a mesma que hoje experimenta o ranger das juntas gastas e sem óleo num duro balançar da corrente de ar. E ela está do outro lado deitada no chão, cansada e sem forças para lutar mais. Despojada de energia ouve o vento rugir e o ranger da porta sem capacidades de se levantar e fazer algo que impeça tamanho ruído na sua cabeça. Os ouvidos zombem num retinir de lembranças daquilo que se está a perder. quer gritar e pedir ajuda, mas até para isso lhe faltam forças. O tempo passa e a cada rugido do vento e balançar da porta ela sabe que inevitavelmente ela se irá fechar... 

20 de junho de 2013

Because the sun always shine


Não importa que esteja inconstante, que intercale com dias em que parece que o inverno nunca se foi embora; que dê espaço a outonos presistentes e tão semelhantes aos britânicos, porque no fim ele sempre volta, forte, quente e brilhante. Tal como qualquer vida preenchida de emoção, haverão smepre dias tristes, de escuridão e frio, outros em que o chuvisco presiste e os pés ficam desconfortavelmente húmidos, mas no fim, o sol acaba sempre por brilhar, secar os pés e aquecer um corpo por vezes macerado de tanto frio. Porque viver é isto mesmo, andar no limbo sempre na esperança de um dia melhor, um shinny happy sunny day. 

24 de abril de 2013

One day

Porque está sol, porque o final do dia se avizinha e a perspectiva é de relax e porque adoro esta desde o dia 1 e ainda não lhe tinha dado honras neste espaço.




(Porque hoje voltei a sentir-me a menina que tem borboletas no estômago e quer muito que o dia cabe para ir ter com ele...)

23 de abril de 2013

Feliz dia do livro


E logo pela manhã uma inexplicável sensação de receber pelas mãos de um estranho um livro de um dos nossos escritores de eleição. Ainda por cima quando há uns dias que o pensamento imperativo é: preciso mesmo de comprar um livro. Foi assim a minha manhã no sítio de sempre (um bocado mais tarde do que o costume) que para além da agradável vista para o rio que me brinda todos os dias, hoje teve um bónus em forma de letras compiladas numa história que sinto será deliciosa. 

14 de abril de 2013

Enjoy de silence

Mote de domingo de sol, no qual trabalhar foi imperativo. Aproveitando a dàdiva do silêncio que se faz notar por ausência de pessoas, põe-se projectos em dia, ouve-se música e aprecia-se o que há de melhor quando a cabeça não aguenta muito mais - paz e sossego.

11 de abril de 2013

Mundo cão





Um mundo onde o cinismo e a falsidade imperam, onde rirem contigo é sinónimo de falarem mal de ti assim que virares as costas, onde fazer piadas maldosas e comentários desconcertantes são apenas mais uma "brincadeira". Um mundo onde teres personalidade e dois dedos de testa para não embarcares no ciclo vicioso do diz que disse e do sorriso pontas de faca faz de ti a pessoa de "quem não se quer ser amigo fora daqui"...Pois é, pensei que esta fase já tinha passado, que tinha ficado esquecida há mais de 10 anos atrás (para algumas pessoas até há um bocado mais), mas não. Parece que finalmente chegou a prova irrefutável de que as gentes aqui da minha terra não primam pela genuinidade e pela adorada desfaçatez do "e quê, já te punhas fina que aqui ninguém te curte" (assim como a malta lá de cima..ahhh saudade dessa gente). Enfim, no final contas feitas, este tipo de gente não passa daquela ínfima fatia que embora insignificante, a dose diária, parecendo que não, causa a mossita.